domingo, 23 de junho de 2013

Análise dos elencos: Internacional

Prometi o post pra ontem, mas cá estou aqui hoje, analisando o grupo do Internacional pra o restante da temporada.

Goleiros: Situação tranquila. Muriel é cada vez mais uma afirmação, e dificilmente não joga. Álisson Becker é um bom reserva. Agenor é inseguro, e os outros goleiros precisam ser melhor vistos.

Zagueiros: Precisa de reforços. Com a venda de Moledo, a zaga ficaria bem com Ronaldo Alves e Juan, mas o último não é nenhum guri, e o reserva, Índio, muito menos. Jackson, que seria a primeira opção para lugar de Moledo, está lesionado. Allan, quando visto, não agradou, apesar da altura. Romário, Thales e Dalton, que pouco jogaram esse ano, merecem uma melhor oportunidade. Mas o ideal seria pelo menos uma contratação.

Laterais: Precisa de reforços. Apesar de Ednei ter feito um bom campeonato gaúcho e Kleber ter um ótimo cruzamento, ainda são dúvidas. O primeiro por nunca ter jogado em um time grande. O segundo por estar a muito tempo parado e ter uma idade um pouco avançada para um lateral. Da base, os garotos Claudio Winck, Marcos Vilela (laterais direito), Raphinha e Zé Mário (laterais esquerdo), são nomes interessantes e ambos tem futuro na profissão.

Volantes: Precisa de reforços. Ygor, Willians, Josimar e Aírton disputam posição no time titular, o que da uma certa tranquilidade. Mas a tranquilidade fica só no nome, pois Aírton não merece lugar no time. Ygor e Josimar são ótimos reservas, mas ultimamente perderam espaço. Mais um reforço nessa posição seria interessante. Da base, Marlon Bica, Jair e Augusto (emprestado ao Caxias) devem ser melhor observados.

Armadores: Precisa (urgentemente) de reforços. D'Alessandro é o único. Dátolo é um reserva inconstante. Vitor Júnior esta de saída (já vai tarde). Otávio, um menino, sempre entra bem nesse time, mas não decide uma partida, portanto a responsabilidade não deve ser jogada toda em cima dele. Na base, se fala muito bem de Fernando Baiano e Valdívia, mas não são postos para jogar.

Atacantes: Situação tranquila. Se Diego Forlán jogar o que sabe, Damião não for vendido, Caio voltar aos treinos, se Jorge Henrique não for indisciplinado e se Adriano voltar a jogar o que sabe, a situação fica muito tranquila para Dunga no ataque. Além desses nomes, da base tem Mike, Andrigo, Cassiano (emprestado ao Criciúma), Maurides e Nathan. Isso sem falar em Rafael Moura, que nem precisa ser falado.


sexta-feira, 21 de junho de 2013

Análise dos elencos: Grêmio

Como não falei de Grêmio aqui ainda, vamos começar pelo tricolor.

Goleiros: Situação tranquila. Dida, Busatto, Marcelo Grohe, Matheus e Follmann podem dar conta do recado o Brasileiro inteiro. Grohe já deveria ser titular a muito tempo. Dida é um goleiro consagrado e tem se mostrado seguro na maioria dos jogos. Busatto é uma revelação de 2009, no campeonato brasileiro sub 23, em que o Grêmio perdeu para o Inter na final. Follmann é ex goleiro do Juventude, tem um grande futuro também. Matheus está a 8 anos no clube e teve uma oportunidade no time profissional. Ainda é preciso ser visto mais vezes para termos uma opinião.

Zagueiros: Situação tranquila. Apesar de Cris ser um veterano e ter deixado o grupo na mão em mais de uma oportunidade, ainda deve ser considerado um bom zagueiro, pois tem bom currículo. Werley é uma liderança consolidada no vestiário, além de ser um ótimo jogador. Bressan, que veio do Juventude, assumiu a titularidade e de lá não saiu mais. Saimon cometeu atos de indisciplina ano passado, mas deve receber novas oportunidades em breve. Gabriel é uma revelação vinda do Lajeadense, entrou bem contra o Santa Fé, na Libertadores, e é bom para grupo. Gerson, prata da casa, teve passagens por seleções de base, mas é outro que precisa ser melhor avaliado.

Laterais: Precisa de reforços. Pará é o único lateral direito, e não faz milagre. Jogador bom, mas quando estiver lesionado, quem entra no seu lugar? Já na lateral esquerda, a situação é regular. Alex Telles, outro vindo do Juventude, assumiu a titularidade após a saída de André Santos. Wendell foi apresentado no início de Junho, veio do Londrina, do Paraná, por empréstimo. Fabio Aurélio, depois que voltou de lesão, foi descartado até do banco de reservas por falta de ritmo. Léo Campos, das categorias de base, ainda não foi visto em campo.

Volantes: Situação tranquila. Apesar da venda de Fernando, para o Shaktar, da Ucrânia, o técnico Luxemburgo tem várias opções, e boas, para a posição. Cristian Riveros, 30 anos, paraguaio vindo do Kaiserispor, da Turquia, é um ótimo reforço. Souza, apesar de as ultimas apresentações renderem vaias na Arena, é titular absoluto. Adriano atuou bem na ultima partida que jogou. Os garotos Matheus Biteco, Moisés e Ramiro (os dois últimos vindos do Juventude), são ótimas alternativas de emergência.

Armadores: Situação tranquila. Com Elano e Zé Roberto no grupo, nem é preciso falar nada. As opções para o banco também são boas: Guilherme Biteco, joga como armador, volante e lateral esquerdo, Maxi Rodríguez, que ainda não foi testado, mas foi considerada a maior revelação do futebol uruguaio dos últimos tempos, o emprestado Jean Deretti, que entrou bem contra a LDU, na pré Libertadores e Marco Antônio, que pode ser útil numa emergência.

Atacantes: Precisa de reforços. Vargas é inconstante,  ora joga bem, ora joga mal. Kleber é um jogador cansado, apesar do esforço. Welliton, emprestado pelo Spartak Moscou, não mostrou o futebol prometido, mas é uma boa opção de velocidade. Barcos vem decaindo a cada jogo, tanto fisicamente quanto profissionalmente. Yuri Mamute até agora é só promessa. E por fim, Lucas Coelho, revelação da base, merece a muito tempo a titularidade, pois seu nome foi falado muitas vezes, tido como ótimo centroavante, mas recebeu poucas oportunidades de Luxemburgo. 

Enfim, o Grêmio tem boas opções no grupo, basta reforçar em poucas posições (mais um lateral direito, um atacante e um centroavante) que o tricolor só não faz boa campanha esse ano se não quiser.

Amanhã, análise do elenco do Internacional.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Brasil, Copa das Confederações e mais

Não tenho acompanhado os jogos do Brasil, mas pelo que ouço, a seleção está enchendo os olhos dos torcedores. Pelo futebol apresentado, ainda que não seja o ideal, e pelos resultados. Em dois jogos na Copa das Confederações, foram 5 gols pró e nenhum contra. Ambos os jogos com belíssima atuação de Neymar e com gols de Jô. Apesar de todos esse fatores, um jogador tem se mostrado mais importante no esquema de Luis Felipe Scolari: Luiz Gustavo. 
Primeiro volante de marcação, as vezes ele atua como terceiro zagueiro, possibilitando as saídas de Daniel Alves e Marcelo, simultaneamente, para o ataque, o que da mais ofensividade sem deixar de ter poder de marcação, pois Paulinho sempre foi um bom cão de guarda também. Esse esquema se assemelha ao time campeão do mundo de 2002, quando tinha uma zaga formada por Lúcio e Roque Júnior, e um volante a frente da zaga, Edmílson. Claro que aquele time era muito melhor que esse, até por que não era tão ofensivo e marcava mais.

Enfim, a seleção tem um bom time e pode sim ganhar da Espanha e ser campeão da Copa das Confederações. Mas para isso precisa passar por adversários como Itália, Uruguai ou Nigéria na semifinal (ganhando ou empatando com a Itália) e claro, a seleção mais forte do mundo, a fúria. Mas para isso, vai precisar suar sangue. E errar menos.

Pergunta: Como o Taiti conseguiu ganhar uma competição intercontinental e chegar até o Brasil?

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Adriano, vem ou não vem?

Tudo que se fala no Beira Rio por hora são os reforços, tanto os que chegam quanto os que vão para outras equipes. Mas nenhum nome é tão comentado nos últimos dias quanto o de Adriano, vulgo Imperador, que pode desembarcar no Salgado Filho nos próximos dias.
A quem diga que Dunga, comandante do vestiário colorado, possa recuperar o atleta e colocá-lo, com a ajuda de Paulo Paixão, em forma. Outros acham que ele deve continuar sendo o mesmo Adriano de sempre, sem ritmo de jogo e sem entrega ao grupo. 
Eu tenho uma opinião muito dividida com relação a esse caso. Dunga recuperou Juan, D'Alessandro e Forlán, vaiados na temporada passada, e hoje com status de ídolos da torcida. Por outro lado, Tite, que é mais do que um bom treinador, não conseguiu a façanha de recuperar Adriano. Tudo depende, se o jogador quiser voltar a jogar bola num grande time, e ainda ajudar os seus companheiros num ano tão difícil, em que o Inter precisa conquistar. pelo menos, a Copa do Brasil. Jogador que vier, a partir de agora, tem que ter foco no grupo.